A CONFRARIA DOS BARBEIROS

Martinho Lutero Hoffmann, mineiro de Conselheiro Pena, vive em Porto Alegre há 35 anos. Tem formação em teologia e pedagogia havendo atuado como pastor, professor universitário e tradutor. Obras publicadas: Mensagens para todos os dias, Ponto-morto: Impasses de um chofer de táxi e Regras para ser um pastor de sucesso

Mistério. Crime. Degola. Regime de exceção. Funcionários e autoridades protegendo nazistas. Formação de uma favela. Miséria. Processo de empobrecimento das pessoas aposentadas. Violência na polícia. Corrupção no governo. Romance. Tudo isso em meio a discussões religiosas, filosóficas, políticas e sociais.
Esses constituem os elementos do romance A confraria dos barbeiros, obra (é o supremo desejo do editor e do autor) que vai agradar ao leitor pelo seu enredo, que se desenvolve quase todo em Porto Alegre nos anos de chumbo dos anos 60.
A linguagem, por outro lado, procura ser inovadora e poderá ser também um atrativo, especialmente para aqueles que amam as arapucas retórico-literárias temperadas com muita ironia, marca registrada do estilo literário do autor. Isso vai exigir de quem lê um pouco mais de atenção e esforço, mas será, com certeza, amplamente recompensado em seu prazer de leitura.