A verdade é mais que uma mistura. Ninguém pode imaginar qualquer tipo de pureza debaixo do sol. Se assim pensamos, não vale lapidar ventos ou testemunhar quixotices.

O limite é o próximo passo. O limite é o abismo. E nele não queremos cair. Ficamos experimentando o mesmo, revolvendo eclipses em nossas vísceras. Preferimos assim. O caos é uma verdade, felizmente.

Daqui, partimos como apenas uns. Nada de festins. O que queremos é deixar de lado o outro lado. Vamos, do jeito que der.

Apontamos este rumo: o caos, novamente o cais. O caos portátil, contos e o mínimo que se puder. Iniciemos essa perda. Vinte e três, dessa ou de outras vezes. Vinte e três. Sem grupo, sem tipos, apenas um número sem místicas. Experimentemos essa beira de abismo, caos nosso em vossos dias.

Os editores


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